Continuação do Milénio

Crónica do Autor

A cinzenta Humanidade

Aproxima-se mais um ano. Um ano cinzento na continuidade deste novo Milénio. O Ser humano de hoje usufrui de louco desenvolvimento técnico, medicinal, e destruidor. Além de tal  tudo se torna em frente cada vez mais cinzento. As máquinas de guerra são cada vez mais, para fins destruidores pondo termo a vidas inofensivas  vítimas do orgulho humano.

Ora quais são os princípios fundametais deste novo Mundo,e onde está o têrmo ansioso para uma nova vida. Vejo os planos deste novo Mundo cada vez mais tremedor e mais sangrento onde o homem mata o impune, por urgulho fazendo dos cadáveres o seu tapete de Gala. Onde está a sempre prometida irmandade pela qual milhões de corações palpitam de ansiedade.

Ouvimos promessas que se envaiem no espaço como fumo sem réstea de verdade e atirada ao rosto como civismo com objectivo de verdade. No embrolho de tal loucura surge a ablepsia dos que tentam propagar falsos caminhos nesta esfera perdida. Pergunto, porque em vez de tantos dilemas demandistas, não seria mais fácil vestir o desnudado e matar a fome ao faminto, e evitar a guerra destruidora...

No distante que fôra lindo madrigal, já não se ouve o cantar do pássaro divertido. Já não soam os cantares das moças nas ceifas do trigo fértil, mas em seu lugar soa a metralha assustadora da guerra, e faz-se sentir o cheiro a ferro e a sangue sêco - hoje a seara da morte, este o alvôr dos tempos modernos. Procuremos dar as mãos, gritar à mentira e expôr razões. Deixemos a ilusão com aparente fragrante que nos seduz no âmbito de ilusórias promessas, de um embrolho que nos segue como a Génese de sempre.

Não sejamos ociosos da berma, mas procuremos mudar o ritmo da vida. Tentemos ajudar irmamente e com amor o faminto, e o desnudado que nos circunda, como a todos do Mundo dando-lhe a mão, e algo do nosso pão.

Procuremos aniquilar a metralha da guerra e lá voltará de novo o pássaro com suas melodias, e o cantar das moças trigueiras.Caminhemos nesta Odisseia para bem da humanidade e ajudando desta forma todos os famintos, e evitam-do a morte dos que morrem impunes. Sejamos a força que sem armas conquistaremos a Paz e a Liberdade. Unamos as mãos de todas as côres, desta forma com todos os coraçôes do mundo unidos, com medéstia, seremos um Universo sem sangue e sem cadáveres inocentes...

Ferdi